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busy as a bee on a rainy day

o que a Paz significa para elas.. todas as 2as uma nova abordagem.

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busy as a bee on a rainy day

01
Ago20

desafio as melhores férias

Ana de Deus

desafio as melhores férias

 

hoje desafio-te a partilhar as tuas melhores férias, no máximo, em 100 palavras. 
usa a tag: desafio as melhores férias, para ser mais simples encontrarmo-nos.

NOTA: este desafio teve início a 1 de Agosto de 2020 e será deixado a vogar pela blogosfera
para todos os que lhe quiserem dar continuidade.

IMPORTANTE: publica o link deste post, para quem nos lê ter acesso a todos os textos.
mesmo quem não é desafiado formalmente, pode entrar no desafio.

AS MELHORES FÉRIAS DA ANA DE DEUS

trepar às árvores, apanhar amoras silvestres o dia todo, comer figos de uma figueira ancestral, os mesmos amigos de Verão, o mar manso, o areal imenso na maré vaza, as dunas onde acampávamos, as vacas a pastar no Vale da Criação, a praia só para nós a perder de vista, as conchinhas, os búzios, os beijinhos, as pedras fantásticas que, todos os anos, trazia para casa. tinha nove anos quando os meus pais encontraram este pedaço de paraíso no Alentejo e voltámos lá anos a fio, tão abençoados e tão felizes, até aparecerem os parques de campismo.

AS MELHORES FÉRIAS DA BRUXA MIMI

O que as melhores férias têm em comum é serem passadas com pessoas de que gosto, o terem muitas e longas conversas, jogos, animação, confusão. As melhores férias têm pouca tecnologia, pouco ou nenhum écran, muito contacto visual direto, muitas gargalhadas. Embora eu goste de viajar e conhecer novos locais (ou voltar àqueles onde fui muito feliz, como a Escócia), acho que as melhores férias podem ser passadas a sair e a vir dormir a casa todos os dias (não há cama como a minha!)… As melhores férias às vezes são as sonhadas, mas as atuais não são de desperdiçar!

AS MELHORES FÉRIAS DA SOFIA

Éramos dois miúdos quando decidimos passar férias na Praia do Pedrogão. Foram dias de total relaxamento temperados inicialmente com chuviscos e nuvens. Depois veio o sol e a água do mar. Foi a primeira vez que passámos férias juntos sem ser em casa de familiares. Estreámos a nossa tenda e fizemos dela a nossa casinha. Passeámos, fizemos praia e adorámos (apesar de não sermos grandes adeptos), jantámos fora no nosso dia e divertimo-nos imenso nas tarefas do dia-a-dia, como cozinhar e lavar roupa. Fomos juntos ao nosso primeiro bailarico e terminámos aquela noite a ver um maravilhoso fogo-de-artifício na praia.

 AS MELHORES FÉRIAS DO JOSÉ DA XÃ

Lembro-me como se fosse hoje: 6 de Setembro de 1980. Naquele sábado embarquei para França… sozinho. Mas com alguns parcos francos franceses no bolso.

Foi um mês em terras gauleses quase sempre sozinho. Desses dias bons guardo tanta coisa: aquela noite em Montmartre, na Place du Tertre onde comprei um quadro que ainda hoje existe ou o livro “Les Fleurs du Mal” de Baudelaire comprado num alfarrabista no Quartier Latin.

Ou a singela recordação daquele sorriso que uma jovem francesa no comboio para Versailles, linda como jamais eu vira uma mulher, me brindou. E um rubor estampado na minha face…

AS MELHORES FÉRIAS DA SASSÃO

O corpo exigia descanso e espírito, calma. A continuidade dos dias era uma incógnita.
E escolhi São Miguel.
 
Há pedaços de mundo que entram em nós como se fôssemos névoa.
Ali, das lagoas profundas aos pequenos povoados, era tangível uma energia intensa, em que me sentia transbordante de mim própria, percebendo-me numa clareza crua.
 
E entre essa magia, exultei na viagem entre as minhas trevas e a minha luz. E vi que só navegando por ambas me descobriria.
 
E o meu propósito era claro, o futuro irrelevante, o amor o que importava. 
E afinal, já tinha o que sempre procurara. 
 
 

As férias da infância com o mar da Nazaré no fundo. Os gritos das peixeiras, as cores das sete saias. As ofertas de quartos para alugar em tudo o que era lado.

As passeatas no paredão, as visitas da lota e as festas do sítio.

E aquela senhora que tinha um restaurante e a quem alugávamos quarto que, sem me recordar da cara, grelhava peixe à porta e me ficou sempre guardada na memória.

E os gelados, as gargalhadas, as pessoas conhecidas (que por ali havia sempre pessoas da terra que passavam férias) e as mariscadas.

Não haverão mais férias como aquelas…

AS MELHORES FÉRIAS DO NÁUSEAS

As minhas melhores férias vão ser as próximas. Deviam ter sido as do verão passado, mas infelizmente tudo correu pelo pior. E antes dessas, houveram as do ano anterior mas algo deve também ter acontecido, mas já me esqueci. De modo que tenho adiado as minhas melhores férias até hoje.

Mas este ano é que vão ser certamente as melhores de sempre. Vou escrever imenso. Vou ler tudo o que tenho na pilha de livros por ler. Vou rever todo o Manoel de Oliveira. Vou finalmente concretizar tudo aquilo que tenho planeado e cancelado nos últimos anos. Senão... fica tudo adiado para o ano que vem.

AS MELHORES FÉRIAS DA MARTA

As minhas melhores férias?

São aquelas que ainda não tive!

Aos destinos que, um dia, sonho visitar.  

São aquelas que são mesmo férias, para passear, explorar, conhecer, descansar, aproveitar.

São aquelas em que não tenho que me preocupar com nada.

 

As minhas melhores férias?

Foram aquelas da minha infância, em que passava o mês de Agosto na praia, chovesse, fizesse sol ou trovejasse.

Em que vivi várias aventuras, sempre com o meu pai.

 

As minhas melhores férias, são todas aquelas que passo, todos os anos, em família.

Podemos não ter muito, nem ir longe.

Mas estamos juntos.

E somos felizes!

AS MELHORES FÉRIAS DA CRISTINA AVEIRO

Formentera, o meu amor, as minhas meninas, a mana Guida e o marido. Uma casinha branca sobre a praia, rodeada de pinheiros mansos. Muito próximos da natureza, vi coelhos bravos a saltitar por ali. Andávamos de lambreta. A pequena ilha tem a praia mais bonita do mundo, o Levante, que era só nossa. Água quente e cristalina mesmo em profundidade, ondas brincalhonas, areia branca, sol, calor e brisa.
Ao lado, Ses Illetes, areia meio rosada das conchas, postal azul de mar tranquilo e iates brancos.
No Pirata, desejamos a langosta con patatas fritas,... não provámos. Sonhamos voltar, cumprir o desejo!

AS MELHORES FÉRIAS DA MARIA ARAÚJO

das brincadeiras até ao pôr-do-sol, jogava-se às jogas, ao prego,à bola...

as partidas que os rapazes faziam e que nós detestávamos.

à noite, quando eles não queriam aturar-nos, e para nos provocarem,diziam " hoje há noite de King!"

mas era só brincadeira.  nessas noites, na maré vaza,  dançava-se folclore na areia molhada; a viola de um, as vozes de todos e as serenatas aconteciam que, por vezes, naquela humidade de praia abrigávamo-nos  nas cabanas dos pescadores; e comia-se  o pão quente.

e os bailes no clube local.

muitas saudades dos 31 dias mais felizes da nossa vida, com a família.

AS MELHORES FÉRIAS DA OLD SOUL GIRL

Quando te perdes é quando a verdadeira aventura começa” diz-me um estranho simpático, atento à minha falta de orientação. Barcelona é cor, luz, juventude, arte e liberdade. As longas caminhadas, ora subindo, ora descendo. As dores de pescoço de tanto olhar para cima e vislumbrar arte a cada passada e cada esquina. A explosão de sabores do Boquería e do Pura Brasa. A liberdade daqueles passeios de bicicleta, com o cabelo ao vento e o sorriso estampado na cara. A felicidade no estado mais puro dos espetáculos da Fonte Mágica. A dor na partida, com a promessa de um regresso.

 AS MELHORES FÉRIAS DA BII YUE

Não consigo escolher um só momento de melhores férias, porque trago comigo pedaços de diversas idades e anos. 

Com uns 3-4 anos a passar férias na Costa Nova, sem desconfiar que foi nessa tenra idade que ficou o bicho para decidir que era naquela cidade que iria viver e crescer por uns bons anos. Lembro-me das ruas com meia dúzia de carros, a agitação no mercado, as birras de ter que sentir a areia nos pés, a felicidade de brincar debaixo do chapéu de sol.

As férias da adolescência na Figueira da Foz, acordar cedo, ir para Buarcos e andar a caminhar pelo mar dentro pela maré ser baixa. Ficar fascinada pelo que o mar deixava para trás e escondia na maré alta. Os finais de tarde a desenhar e rebolar na areia.

As primeiras férias com o meu grupo de amigos em Mira, algo que sempre sonhei. As tardes na piscina a fazer tudo e nada, os passeios à floresta de noite e estar agarrada a alguém com medo do escuro.

As férias na Zambujeira do Mar, aquele local que se tornou nosso. A realidade esvanece, o ambiente é calmo e emana uma energia recomfortante e conhecida. Acampar e estar em contacto com a natureza, os incontáveis porês-do-sol do penhasco, a liberdade da praia .

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