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© busy as a bee on a rainy day

e se, de repente, o respondemos a um how are you e só nós pescámos a piada (as abelhas não voam quando chove) e vêmos que é um título fantástico para um blogue! pois.. cá estou então!

© busy as a bee on a rainy day

26
Abr21

o que a Paz significa para a Autora do Blog de AlGo

Ana de Deus

o que a Paz significa..

Paz, ausência da guerra. Se fosse assim tão simples de definir.

Como se a sensação que atormenta não fosse uma guerra interior, que tira a tranquilidade e rouba a calma. Como se ter medo não fosse uma guerra interior que, mesmo que numa multidão, nos faz sentir sozinhos. Como se o incerto não fosse suficiente para nos querermos esconder das "explosões", que não matam, mas magoam.

Não ouço os estrondos, não sinto o sibilar das balas, não tenho que fugir e esconder e, por isso, que das fraquezas se faça forças, porque encolher num cantinho protegido não é opção.

A vida não é uma guerra e as incertezas que temos e nos tiram a paz estão em nós mesmo. 

Quantas vezes somos o nosso pior inimigo?

Então o que é a paz? A calma e a tranquilidade. 

Mais do que a ausência da guerra, para mim, é a ausência do medo.


AUTORIA: Alexandra Gomes

22
Abr21

The Topiary Cat - Esculturas Surrealistas Inspiradas na Arte da Topiaria

Ana de Deus

topiaria é a arte de podar plantas em formas ornamentais. trata-se da prática de jardinagem que consiste em dar formas artísticas às plantas mediante corte com tesouras de podar. para "esculpir" uma planta são necessários, normalmente, vários anos de intervenções que consistem, entre outras técnicas, em utilizar estacas e armações para guiar o crescimento e obter as formas que de outra maneira seriam impossíveis de conseguir. 

21
Abr21

desafio caixa de lápis de cor - balanço final

Ana de Deus
19
Abr21

o que a Paz significa para a Gaivota Azul

Ana de Deus

o que a Paz significa

 
 

Durante muito tempo, procurara por ela. Precisava de a encontrar, desesperadamente.

Não saber se a encontraria, tão pouco por onde começar a procura, angustiava-a.

Por vezes sentia-se prestes a desistir, vencida pelo cansaço e pelo desânimo. Mas era nesse lusco-fusco, em que dia e noite se fundem e confundem, que a encontrava.

Sentia-a quando os primeiros raios da manhã a inundavam de luz. Sentia-a quando abria a janela de par em par e o fresco da manhã lhe trazia o beijo da brisa marítima. Sentia-a quando, de ouvido encostado à areia escaldante da praia, ouvia o respirar da terra.

Via-a no imenso céu azul onde cabiam os sonhos e as orações. Via-a na força da rebentação e na calmia da maré. Via-a nas asas abertas que cruzavam os céus. E via-a na luz do Sol e do luar.

Ouvia-a nas melodias que escutava, nos trinados dos pássaros que nos ramos das árvores cantavam, e no riso das crianças que por ela passavam. Ouvia-a nas vozes devotas dos que amava, e nas trovoadas que o silêncio da noite rasgavam. Também a ouvia aí, no Silêncio.

Saboreava-a de todas as vezes, ainda que com diferentes intensidades. Nem sempre lhe dava o devido valor. Como em tudo na vida, por vezes só quando a perdemos… E então retomava a sua busca apenas para a encontrar dentro de si.

Tinha-se instalado de mansinho à medida que as vozes e ruídos diminuíam e as vivências do dia ficavam para trás. Tinha-se enroscado nas linhas curvas que a caneta que segurava nas mãos desenhara.

O que tanto procurara, A Paz, estava finalmente Aqui!


AUTORIA: GaivotAzul

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