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© busy as a bee on a rainy day

e se, de repente, o respondemos a um how are you e só nós pescámos a piada (as abelhas não voam quando chove) e vêmos que é um título fantástico para um blogue! pois.. cá estou então!

19
Out20

o que a Paz significa para o cheia

Ana a Abelha

Paz Peace Paix


Ao receber o convite sobre a paz, fiquei sem saber o que fazer. Infelizmente, recebi instrução para a guerra, mas para a paz, não

Foi bom ter assistido a muito progresso, durante este 75 anos de paz, na Europa

Uma moeda única, quem é que acreditava, que isso fosse possível!

Tive a oportunidade ir à Alemanha, de carro. E, isso fez com que tivesse ficado maravilhado com a facilidade com que atravessei todas as fronteiras, sem que, durante toda a viagem, me tenham perguntado por qualquer, documento

Levei, apenas, euros! Se tivesse sido antes da moeda única, teria de ter comprado: pesetas,  francos franceses, francos belgas e marcos alemães

Hoje, somos cidadãos europeus, graças à paz, sem ela, este progresso não teria sido alcançado

O maior mal do mundo é o nosso egoísmo, ao ponto de desperdiçarmos o que aos outros tanta falta faz

Se pudéssemos prescindir do que gastamos em armamento, como seria!

Infelizmente, não é possível. Tentemos construir a paz, assumindo que todos querem o progresso, mesmo os que são obrigados a deixarem os seus países, devido à guerra, à fome, à corrupção, à injustiça ….

Sejamos capazes de nos colocarmos no lugar dos outros, vendo-os como irmãos!

 

José Silva Costa
grata José pela sabedoria que nos empresta para reconhecermos a paz que nos rodeia.

17
Out20

um dia as mãos tocaram o corpo..

Ana a Abelha

um dia as mãos tocaram o corpo..


ele nasceu com um mapa nas mãos. sabia-o. tinha esquecido como o ler. desde criança que passava horas absorto. a tentar decifrá-lo. como quem tenta resolver um quebra-cabeça. nuns dias via encruzilhadas. noutros horizontes. nuns dias reconhecia momentos. noutros pessoas. nuns dias sentia-se no bom caminho. noutros sem rumo. e as mãos silenciosas. nuns dias surgia uma linha nova. noutros sumia uma mais antiga. nuns dias uma linha crescia. noutros uma decrescia. ele memorizava tudo. nunca se interessou por geografia. tinha muitas teorias. e as mãos silenciosas.

ela nasceu com um mapa no corpo. sabia-o. tinha esquecido como o usar. desde criança que o observava. constelações no tronco, nos braços, nas pernas. por todo o lado. como se tivesse o universo inscrito na pele. nuns dias via caminhos de regresso. noutros caminhos de partida. nuns dias reconhecia galáxias. noutros eclipses. nuns dias sentia-se protegida. noutros insegura. e o corpo silencioso. nuns dias surgia um pequeno ponto novo. noutros uma cordilheira. ela constatava as mudanças. nunca se interessou por astronomia. simplesmente observava. e o corpo silencioso.

um dia as mãos tocaram o corpo. e as linhas começaram a unir os pontos.

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